Thursday, March 29, 2007


Conjunto de emoções
Ciúme é uma reação complexa porque envolve um largo conjunto de emoções, pensamentos, reações físicas e comportamentos:

Emoções – dor, raiva, tristeza, inveja, medo, depressão e humilhação;
Pensamentos – ressentimento, culpa, comparação com o rival, preocupação com a imagem, autocomiseração;
Reações físicas - taquicardia, falta de ar, excesso de salivação ou boca seca, suores, aperto no peito, dores físicas.
Comportamentos –, questionamento constante , busca frenética de confirmações e ações agressivas, mesmo violentas.

Tuesday, March 27, 2007

cor



porque a escrita não é só depressão

aqui deixo escorrer a minha alegria

encontrei te

quero te

balde de tinta de cor

afinal a vida não é uma escala de cinzentos.

*

Friday, March 23, 2007

...............................................................


deito me procurando-te

e acordo sem ti, agarrado á almofada. espero pelo acordar dos sentidos.

levanto-me, visto-me em 5 min, lavo a cara e saio porta fora .

ouço os devaneios dos sintetizadores, vejo caras desconhecidas, e sempre com a esperança de te ver.

entro no palácio dos emergentes, sinto me o mesmo. sr alberto pergunta:

"_estamos mal hoje?

_nao, é mesmo só sono. "

caminho pelos corredores do impessoal do branco e linear aparência, e chego á sala de terapia.

um ser de tom escuro despe-se perante mim. não me provoca nenhuma reacção.

estranho, a vibração dos dedos no carvão não é a de sempre. a ânsia de explodir no papel. de o esventrar e criar a minha visão é absorvida por ti.

aviso te que acordei. o tutor adeverte para a falta de concentração.

o acto deve ser tomado a sério. a expressão flui de todo o corpo e mente.

eis que...

o turbilhão se forma, entro no mundo do ser, impávido, acomodado na pose.

desfiiguro ao inicio.

e a sensação de o representar absorve me.

negro, muito negro, rasgo o papel, deixo a minha marca.

"fúria controlada!" ..... nova advertência. "gosto, mas não é isso que quero agora!"

megulho no meu mundo e o papel é a minha mente e as mãos o que a controla.

extasiado, absorvido, empenhado.

saio

fumo um cigarro pensativo

seres de paragens inóspitas e incógnitas observam me.

autógrafo?

entro, mudo a folha, sujo as mãos e encontro me outra vez.

novo turbilhão, o silêncio de comtemplação do tutor dá me certezas.

encontrei o caminho.

o ser de ébano torna se ariano pelas minhas mãos.

refino lhe os contornos, agracio lhe as formas, a volúpia do femenino foi assimilada.

10 min!

acabou.

10 min!

outro

10 min!!!

último

saio

ouço sons daquela que se entitula por ser felino

entro em casa

penumbra

sozinho

pensativo

entro no meu quarto e sinto saudades

sinto o cheiro

aviso te

a resposta nao chega

e imagino te em sonhos, na calma incosequente do sonho

sorrio, e conforto me

o dia é longo, mas doi me nao ser maior para poder aproveitá lo contigo.





...

......

.........

.............

................

....................

........................

desço os degraus até ti

e entro no mundo que descrevo aqui

Wednesday, March 21, 2007

descodificado

acordar do isntante em que adormeci, sentir que te tenho.
e ao te deixar sentir que nao te tive, que nao sou, que nao fui, que podia ser, que talvez nunca irei ser. que da volúpia resultou banalidade e nao uma prova do sentimento.
usado, desfigurado.... com sono, cansado, exausto. enfrento me e nao me consigo perceber.
parto na locomotiva de sonhos que me levará ao mundo em que me sinto, em que me falo, em que nao me inibo.
corta-me, trespassa-me, sinto-me esventrado... como se uma fada de sonhos de cristal com eclipses de várias luas me tivesse arrancado o coração com uma faca, de lâmina afiada com um amolador de tempos idos.
da certeza de que nesse conto a tristeza não se torna no cliché da alegria provinciana dos finais felizes.
mas não agora, não assim, não com a certeza.
isolado do convite para o banquete daqueles que dos ossos e acções sitémicas sem ordenação criativa me fazem. estou, mas não estou. concentro me no luar, nas estrelas que nada me dizem.
o fascinio pelo cosmos nada me diz.
prende-me o olhar de solidão em montras de verdade que me levam para o mundo do que eu gostaria que fosse.
estive para assitir á minha desilusão, a minha consagração como macambúzio, como fauno dos mundos de negro e silêncio, onde a falta de palavras e expressões entusiásticas de apreço não são o motivo. mas sim a prova. que do tagarelar sem nexo a mim nada me diz. que realmente a mudança do caminho traçado e com certeza de te ter. se desvanece em sorver de alcool incontrolado, sem sentido, sem desilusão, sem alegria.
queria ter ido, mas não fui. fiquei e o que se revelou para mim . enfim, nao fez crescer, não.
fez me cair em mim, odiar me por não me revelar, por não mostrar que o sentimento da traição me assola, que me soa a falso. que me dói de morte sentir me uma objecto de jogos de ciúmes, de engano para a fome, de não ser o prato principal.
do canibalismo de mim mesmo paro. adormeço. não sinto aquilo que devia sentir. não o sinto de quem devia sentir.
e o bafo ofegente de sabor ácido e cheiro fétido de embriaguez não me traz de volta, não me aproxima... que o beijo de boa noite foi descaradamente dirigido ao seu objecto de adoração.
sinto me adereço de circo. de feira de aberrações.
muito.
muito pouco.
quase nada.
e de manha com a certeza que nada.
doi-me.
penso nas luzes de que da quimica evolutiva resultaram, avalio, distancio me. sorvo uma chavena de estimulante. sento me. e espero por resposta, mas ela não vem.
e o que serei eu no final do dia?
a certeza que não aquilo que desejas, mas o que encontraste como distração.
que a espera pela resposta da morada certa e o contar dos minutos e segundos, o assumir que o relógio mal começou se revela perante mim como aquilo que nao dizes ser o que sou.
não, não, não .
porque sozinho e distante não é sinónimo, e que de metonímias de mentira nao se constrói.
que a verdade não se faz de expressões fugazes. que deixei o certo pela certeza do incerto. que não me encontro em ti, que não faço parte do teu mundo.
que o meu mundo se desmorona á minha frente
sinto.
mas a partida é para breve. a locomotiva do tempo não espera por ninguém e a porta não se encontra aberta, que o revisor do bilhete me recusa a ida. comprei a viagem mas não sei se quero ir.
uma certeza tenho apenas.
que quero.
mas não quero assim.
que quero ser o tal.
e não quero ser mais quem serve de amusement.
que sou feito assim, de convicções, de abstrações, de silêncio, de vazio, de tudo o que talvez me conforte.

Wednesday, March 14, 2007

inflamável

fascinio pela luz.
autor_ eu.

Friday, March 9, 2007

punk moda funk


quero mijar

agora quero mijar, deitar o excesso fora

enquanto peço para tirar mais um

e agora vou directamente ao fundo

e sinto assim a dor do mundo pelo que eu sou

a sharon stone tem um olhar igual aquela dama

fora da minha razão

será sempre tudo igual a coisas que eu vejo

e nunca dá pra voltar

a mente segue o seu percursso normal

a semana do samana boa mama cá me chama

adoro a cara dele

quero tê-la numa cama

quero mijar e o punk moda funk um diz vai voltar

eu sou tão bom de amar

se em meu beijo crê o que eu dei

agora temo por ti meu anjo

vê no que eu dei

eu quero ver a lua a ver-me a andar nela

a ver-me a cantar

não tem de haver só um lado bom e um lado mau fora da hora

quando a noite é pra demora é salutar

eu sei que é mau de encaixar

eu sei, mas é salutar

é dificil entrar na canção gump

meu conselho é saltar ao sinal jump

my mosquito friend i know you understand

me tu fais seigner mon coeur d'harmonie
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Wednesday, March 7, 2007


is it love?
ca+++++!
claro que não!
duh....
é so um candeeiro
:/

que é isso de raiva?

Tuesday, March 6, 2007

lollipop


I went walking with my mamma one day

when she warned me what peolple say

"live your life until loves is found

or love is gonna get you down"


"take a look at the girl next door,

she's a player and a downright bore

jesus want's her but she want's more

oh love's gonna let her down"


SUCKIN' TO HARD ON YOUR LOLLIPOP

OH LOVE'S GONNA GET YOU DOWN


SUCKIN' TO HARD ON YOUR LOLLIPOP
OH LOVE'S GONNA GET YOU DOWN

SAY LOE

SAY LOVE

OH LOVE'S GONNE GET YOU DOWN


mamma told me what i should know

too much candy's gonna rot your soul

if she loves you let her go!

cuz love's gonna get you down


now take a look at a boy like me me

neve stood on my own two feet feet

now i'm blue as i can be

oh love, coe and get me down!





lol______________ :)

mika

Monday, March 5, 2007

more lollipops...


+
e
+
soulwax
progressive me..

lollipop


with
compute
soulwax
grrrrrrrrr...

Sunday, March 4, 2007

difuso

walk a mile is my shoes
and then...
tell me about it
ter a consciência do próprio ser
daquilo que somos para os outros
da forma como te interpretam
do teu interface
será amigável?
será detestável?
será inequivocamente indeferente?
perdi me em mim, não me encontro
será que fazes pelos outros?
será por ti?
pelos outros reconheço
não pelo que possam pensar, mas pelo queres que sintam
ódio, ser detestável, nao te curtir
não porque nao sejas gracioso, mas porque o sentimento que queres despertar é esse
para os afastar
para te fechares no teu invólcruo
desaparece!!
não te curto.
just
e como invertes a situação quando queres despertar o oposto do ódio?
não invertes..
não és capaz de te abrir, de mosrar que queres
e a ambivalência do que sentes, transparece somente na tu faceta mórbida, desprezivel
enfim.
procurar e não encontrar
fugir e querer chegar
entender que o que é a negação
entender a rejeição
entender que não, não é tudo como sonhas
aprecias ou gostavas que fosse
e aí.
ganhas consciência de ti
que não o queres mas não podes fugir
que persegues mas não alcanças
que o fruto que procuras colher, não está lá
não há semente..
apenas o vazio, o disperso, fragmentos de ti que tentas juntar
mas que depois de juntos, nunca mais te fazem como eras
tales of me

to be

rebelde..
gostava
o intelecto da rebeldia comigo nada quer
contra a luta do nao dizer
ao invés do fazer
que pelas mãos me escorre o ser
mas pelo discurso o não dizer
o bloqueio
que queria dizer
mas não digo
que pelo pensar que é antipatia ou falta de interesse
me perturba o meu eu
quanto mais terei eu que perder?
enfim
desvairios da escrita
furtiva, sem nexo
com vontade de liberdade
luto contra o vazio
contra aquilo que´me é intrinseco
questão?
terei eu de mudar o meu eu?
nah
fuck them
sou melhor que isso
a altura chegará...
i'm better then that



******** O_0

Saturday, March 3, 2007

causa »»»»»»»»»»»consequência


night efects
if you cant take it
just dont try it
lol
é fo++++...

a cultura da imagem


Assistimos hoje á ditadura da imagem, a uma espécie de falsa beleza, onde a padronização dos cânones de beleza nos levam a descobrir novas formas de exclusão social, como por exemplo a exclusão pela imagem. A imagem que apresentamos, a nossa imagem, que pode ser igualmente representada pelos objectos que possuimos, pelo nosso carro, pelos objectos mais pessoais, pela roupa que usamos, etc, constitui também um factor de selecção do nosso circulo de amigos, definem-se interesses e gostos pessoais através de alguns objectos. E visto isto, rapidamente nos apercebemos o rumo que o Design de hoje terá seguido. A imagem pela imagem, o show-off, o parecer mais do que aquilo que realmente representa, o justificar depois de conceber e não descobrir o que é necessário para conceber com propósito e servir uma necessidade. Na verdade a percepção que tenho do design de hoje, para além dos óbvios revivalismo e reedições de objectos, é que o design se esqueceu do seu papel humano e de molde social. O design que serve para tubo de ensaio para a sociedade, de onde as ideologias brotam sem constrangimentos e sem conflitos de interesses. No entanto o design de hoje parece impulsionar esta cultura e adoração da imagem, onde o mais vistoso é o que vinga, onde o objecto que tenha a campanha de marketing e comunicacional é aquele que é mais valorizado e o que adquire maior visibilidade perante a sociedade. Terá o design mais do que isto para dizer? A meu ver sim. O Design pode ter na sua essência esta vertente comercial, obviamente necessária para fazer funcionar e alimentar toda a economia de hoje, que cada vez mais se apoia na imagem, e esta mesma economia global vê no Design um meio para o atingir, o sucesso económico. Mas pode igualmente preocupar se com temáticas como a sustentabilidade ecológica, social, económica e de melhoria de vida das pessoas. Afinal não é disso que se trata no Design? De realmente satisfazer uma necessidade criada? E não criar uma necessidade.

peace


Friday, March 2, 2007

beauty


beauty
Será ela o que mais importa
a física
aquela que aparenta e esconde
o falso do ver
procuro
o interior
aquilo que não é visto a nu
aquela que se mostra e renuncia á vergonha
aquela que não se importa com o que pensam
aquela que de todas as maneiras é verdadeira
...
já sabes
quando menos esperares
what goes around, comes around
e espero que com mais impacto
lol
bad bad me..

lucidez


2 dias
meia dúzia de horas
2 segundos na minha cabeça
procuro pela lucidez
pela vontade de dizer não
de rejeitar
de me elevar
pela reciprocidade
pelo encontro das vontades
pelos instintos
enfim..
de lucidez ?
procuro-a
quem me pode concede-la?


ya
just friends